DESCANSO PARA LOUCURA

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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Canafístula de Frei Damião

Todos os anos o Distrito de Canafístula de Frei Damião, agregado ao Município de Palmeira dos Índios (agreste de Alagoas) festeja religiosamente o Frei Damião de Bozzano. Ele era conhecido como o ‘Apóstolo do Nordeste’, que por vários anos esteve no distrito realizando as Santas Missões, que atraiam milhares de católicos para ouvir a palavra de Deus.
Então, “algo em torno de 20 mil pessoas visitam Canafístula; são fieis vindos de vários estados nordestinos, que a cada ano, formam caravanas e participam durante todo o dia das homenagens. Para o evento é montada uma estrutura com segurança, ambulâncias, barracas, para que possa garantir o bem-estar do público presente.  São efetuados cânticos, louvores, orações, sendo que o ponto alto da festa é a missa campal. Frei Damião sempre teve um carinho muito grande pelo povo e pelo Distrito de Canafístula, onde era recebido com carreata e por milhares de pessoas que se mantinham na comunidade, durante todo o período em que ele se encontrava no local. Em suas pregações, Frei Damião pregava o amor de Deus, o perdão e a caridade, no entanto era duro ao criticar o aborto e o sexo antes do casamento[1]”.

“Frei Damião nasceu em Bozzano, município de Massarosa, Província de Lucca, na Itália, aos 05 de nov. de 1898. Foi o segundo dos cinco filhos do casal Félix e Maria Giannotti, camponeses italianos de sólida formação cristã e católica (...). Frei Damião partiu para a casa do Pai, aos 98 anos de idade, cercado pela oração de seus confrades, da equipe médica que dele cuidara e sob a melodia de cânticos e hinos[2]”.
O distrito é um importante polo de existência e difusão da cultura religiosa. Em janeiro de 2012 “a Cruz da Jornada Mundial da Juventude, enviada pelo Papa João Paulo II aos jovens de todos os países do mundo e que representa a passagem dolorosa de Jesus Cristo pela Terra para a salvação da humanidade, foi lá recepcionada. A Cruz que passou por Canafístula em carro aberto esteve percorrendo o mundo (...)[3]”.
Em virtude das comemorações, como já foi dito antes, o distrito recebe grande quantidade de pessoas de outros Estados e de outras cidades. Dentro e no entorno do distrito é montada uma feira que oferece produtos locais e regionais (desde rapaduras até imagens de santos). Nesta postagem falamos sobre o beato que dá nome ao distrito e da festa em sua memória, e postamos fotos, principalmente, da feira.
Fieis param diante da Estátua ao Frei Damião e rezam. Distrito de Canafístula - Palmeira dos Índios/AL.
Pessoas de todas as idades visitam a festa e a feira - Distrito de Canafístula - Palmeira dos Índios/AL.
Diversos produtos à venda, nas bancas montadas. Distrito de Canafístula - Palmeira dos Índios/AL.
Essas 'micro máquinas' de costurar fizeram um grande sucesso na feira. Distrito de Canafístula.
Destaque entre esses produtos à venda, para as quartinhas (ou moringas, próximo ao canto esquerdo superior) - Distrito de Canafístula - Palmeira dos Índios/AL.
Diante do Padrinho: a fé e o pedido de saúde e chuva para o sertão; estátuas de Santos (dentre elas: a do Padre Cícero). Distrito de Canafístula - Palmeira dos Índios/AL.
Distrito de Canafístula - Palmeira dos Índios/AL.

Moradores e muitos visitantes - Distrito de Canafístula - Palmeira dos Índios/AL.
Quase uma multidão no Distrito de Canafístula - Palmeira dos Índios/AL.
Barraca com diversos produtos de "alumínio". Distrito de Canafístula - Palmeira dos Índios/AL.
À venda, borrachas para se fazer a peteca (estilingue). Distrito de Canafístula - Palmeira dos Índios/AL.
Distrito de Canafístula - Palmeira dos Índios/AL.
Que tal uns óculos? A luz intensa do sol do sertão, pede! Distrito de Canafístula - Palmeira dos Índios/AL.
Enfeites para a casa. Distrito de Canafístula - Palmeira dos Índios/AL.
Corujas singulares. Distrito de Canafístula - Palmeira dos Índios/AL.
Mais objetos com 'sintomas' sacros. Distrito de Canafístula - Palmeira dos Índios/AL.
Que tal um macaco de pelúcia; e os bonés?
Esse é um bom pedaço do município de Palmeira dos Índios/AL.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Museu Nacional dos Coches - Lisboa/Portugal

"Criado por iniciativa da Rainha D. Amélia de Orleãns e Bragança, mulher do rei D. Carlos I, o Museu dos Coches Reaes, como então se chamava, foi inaugurado no dia 23 de Maio de 1905".
"D. Amélia, senhora de grande cultura, toma consciência do valor patrimonial das viaturas de gala da Casa Real e com o apoio de Monsenhor Joaquim Boto, Cônego da Patriarcal de Lisboa e do Conselho do Rei e do seu Estribeiro-Mor, Tenente Coronel de Cavalaria Alfredo Albuquerque, propõe-se reuni-lo, salvaguardá-lo e apresentá-lo ao público à semelhança do que acontecera, pela primeira vez em Paris em 1900, na Exposição Universal". 
"O local escolhido para a sua instalação foi o Picadeiro Real de Belém que deixara de ser utilizado e onde, há época, já se encontravam armazenadas algumas das principais viaturas da corte e para onde a rainha fez convergir os antigos carros nobres da Casa Real Portuguesa e respectivos acessórios, patrimônio que se encontrava disperso pelos vários depósitos e cocheiras dos palácios reais".
"Da primitiva coleção faziam parte 29 viaturas, fardamentos de gala, arreios de tiro e acessórios de cavalaria utilizados pela Família Real".
"Após a implantação da Republica, em 1910, o Museu passa a designar-se por Museu Nacional dos Coches e o seu espólio foi enriquecido com outros veículos da Coroa, do Patriarcado de Lisboa e de algumas casas nobres".
"Hoje o Museu reúne uma coleção que é considerada única no mundo devido à variedade artística das magníficas viaturas de aparato dos séculos XVII, XVIII e XIX e ao número de exemplares que integra".
"De entre os veículos expostos destacam-se coches, berlindas, carruagens, seges, carrinhos de passeio, liteiras, cadeirinhas e carrinhos de criança formando um interessante conjunto que permite ao visitante compreender a evolução técnica e artística dos meios de transporte utilizados pelas cortes europeias até ao aparecimento do automóvel".
"Completam a coleção um núcleo de arreios de tiro, arreios de cavalaria, selas, fardamentos de gala, de armaria e acessórios de cortejo setecentistas de que se destaca um conjunto de trombetas da Charamela Real bem como uma galeria de retratos a óleo dos monarcas da Dinastia de Bragança[1]".
Berlinda da Casa Real. Museu Nacional dos Coches.
Lisboa - Portugal.
Berlinda de D. Maria I. Museu Nacional dos Coches.
Lisboa - Portugal.
Berlinda de Carlota Joaquina - século XVII. Museu Nacional dos Coches.
Lisboa - Portugal.
Carro de criança. Museu Nacional dos Coches.
Lisboa - Portugal.
Coche de Felipe II. Museu Nacional dos Coches.
Lisboa - Portugal.
Coche de D. João V. Museu Nacional dos Coches.
Lisboa - Portugal.
Coche de D. José. Museu Nacional dos Coches.
Lisboa - Portugal.
Coche de D. Maria Francica Saboia. Museu Nacional dos Coches.
Lisboa - Portugal.
Coche de D. Maria Francica Saboia - século XVII. Museu Nacional dos Coches.
Lisboa - Portugal.

Coche de D. Maria Francisca Benedita. Museu Nacional dos Coches.
Coche de D. Mariana Vitória. Museu Nacional dos Coches.
Coche dos Patriarcas - século XVII. Museu Nacional dos Coches.
Detalhe do Coche da Embaixada do Papa. Museu Nacional dos Coches.
Coche da Embaixada do Papa. Museu Nacional dos Coches.
Lisboa - Portugal.

Coche do Infante D. Francisco. Museu Nacional dos Coches.
Lisboa - Portugal.
Arreios de época - Museu Nacional dos Coches. Lisboa - Portugal.

Arreios - Museu Nacional dos Coches.Lisboa - Portugal.
Pátio central do Museu Nacional dos Coches. Lisboa - Portugal.

Arreios - Museu Nacional dos Coches. Lisboa - Portugal.

Arreios - Museu Nacional dos Coches. Lisboa - Portugal.
Selas e mantos - Museu Nacional dos Coches. Lisboa - Portugal.

Uma tomada de cima do vão repleto de coches - Museu Nacional dos Coches. Lisboa - Portugal.

Chaves e medalhas inerentes- Museu Nacional dos Coches. Lisboa - Portugal.
Museu Nacional dos Coches. Lisboa - Portugal.

Museu Nacional dos Coches. Lisboa - Portugal.

Museu Nacional dos Coches. Lisboa - Portugal.


domingo, 5 de maio de 2013

Santuário da Mãe Rainha/PE



No mês de maio: dedicado a Maria e as Mães, o Descanso para Loucura apresenta um pedacinho do belíssimo Santuário da Mãe Rainha (Três Vezes Admirável), em Garanhuns - PE.
O “Movimento da Mãe Peregrina, criado no RS em 1950, cresceu, se espalhou e ganhou imitadores”.
Há circulando umas “140 mil imagens da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável, mais conhecida como Mãe Peregrina, que diariamente vão de casa em casa no País. Elas atingem mais de 4,2 milhões de famílias católicas (...)”.
“O movimento das imagens itinerantes começou em 10 de setembro de 1950. A religiosa Teresinha Gobbo, do Instituto Secular das Irmãs de Maria de Schoenstatt, mandou fazer três capelinhas. Escolheu três católicos de Santa Maria - RS, e deu uma imagem para cada um. Com a singular missão: fazer a Santa visitar uma família por dia”. 
“(...) cada família participante recebia a imagem uma vez por mês. No dia seguinte, tinha de levá-la a um vizinho, que fazia o mesmo (...)".
“O Instituto Secular das Irmãs de Maria de Schoenstatt utiliza a tradição como ferramenta de evangelização. O objetivo é resgatar os valores da família cristã e a dignidade humana (...)”.
“(...) um dos principais divulgadores do movimento é o padre Antônio Maria (...). Ele tem uma réplica particular da capelinha. ‘Sou inseparável dela’, conta. ‘Levo-a em todas as viagens que faço’. Ela ‘conhece’ os principais santuários marianos do mundo e já foi abençoada pelos papas João Paulo II e Bento XVI”.
“(...) nos lares do país com o maior número de católicos do mundo, a semente plantada graças ao suor e às solas de sapato (...); as famílias que recebem a Mãe Peregrina mostram, com fé, que continua a tradição iniciada por Pozzobon: divulgam a devoção mariana e persistam na oração do terço[1].
Entrada principal do Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.
Esta primeira imagem da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE, recebe os fiéis ou simplesmente, os visitantes!

Um grupo de motoqueiros de Palmeira dos Índios-/AL, visitou o Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE, em 2012.
A paz que reina no Santuário, tem muitos dessas flores (margaridas e outras), em belos jardins!
"Rosas quiabo vermelhas"!
Uma das partes mais visitadas do Santuário é esse altar dedicado a Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.

Inúmeros fiéis e visitantes no Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.
Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.

A capela que comporta o altar acima mostrado. Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.
Ao lado há outra capela usada para a celebração de missas. Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.

Vários visitantes, devidamente fardados, para identificação do local que visita! Santuário da Mãe Rainha.
Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.

Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.
Fila pronta para visitar a imagem da Mãe Rainha!
Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.
Motoqueiros de Palmeira dos Índios/AL, que foram visitar Santa Quitéria, visitam também o Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.
Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.

[1]  Partes d’um texto copiado de: <http://www.santuariodojaragua.com.br/> Acesso em mar. de 13.

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