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sábado, 8 de fevereiro de 2014

Cuiabá - Capital de Mato Grosso/ Brasil

Cuiabá é a capital e maior cidade de Mato Grosso. O município está situado na margem esquerda do rio de mesmo nome e forma uma conurbação com o município vizinho, Várzea Grande. Segundo estimativas de 2013 do IBGE, a população de Cuiabá é de 569.830 hab.; já sua região metropolitana possui 863.509 habitantes e o colar metropolitano quase 1 milhão; sua mesorregião possui 1.100.512 habitantes, o que faz de Cuiabá uma pequena metrópole no centro da América do Sul. A cidade é umas das 12 sedes da Copa do mundo FIFA de 2014, representando o Pantanal (a cidade se situa a cerca de 100 km da região pantaneira)[1]”.


[1] Disponível: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cuiab%C3%A1 Acesso em jan. de 2014.
  
"Os primeiros indícios de bandeirantes paulistas na região onde hoje fica a cidade se situam entre 1673 e 1682, quando da passagem de Manoel de Campos Bicudo pela região. Ele fundou o primeiro povoado da região, onde o rio Coxipó deságua no Cuiabá, batizado de São Gonçalo". 
"Em 1718, chegou ao local, já abandonado, a bandeira do sorocabano Pascoal Moreira Cabral. Em busca de indígenas, Moreira Cabral subiu pelo Coxipó, onde travou uma batalha, perdida, com os índios coxiponés. Com o ocorrido, voltaram e, no caminho, encontraram ouro, deixando, então, a captura de índios para se dedicar ao garimpo".
"Em 1719, Pascoal Moreira foi eleito, em uma eleição direta em plena selva, comandante da região de Cuiabá".
"Em 8 de abril de 1719, Pascoal assinou a ata da fundação de Cuiabá no local conhecido como Forquilha, às margens do Coxipó, de forma a garantir os direitos pela descoberta à Capitania de São Paulo. A notícia da descoberta se espalhou e a imigração para a região tornou-se intensa.
Em outubro de 1722, índios escravos de Miguel Sutil, também bandeirante sorocabano, descobriram às margens do córrego da Prainha grande quantidade de ouro, maior que a encontrada anteriormente na Forquilha. O afluxo de pessoas tornou-se grande e até a população da Forquilha se mudou para perto desse novo achado. Em 1723, já estava erguida a igreja matriz dedicada ao Senhor Bom Jesus de Cuiabá, onde hoje é a basílica".
"Já em 1726, chegou o capitão-general governador da Capitania de São Paulo, Rodrigo César de Menezes, como representante do Reino de Portugal. No 1º de janeiro de 1727, Cuiabá foi elevada à categoria de vila, com o nome de Vila Real do Senhor Bom Jesus de Cuiabá".
"(...) Cuiabá foi elevada à condição de cidade em 17 de setembro de 1818, tornando-se a capital da então província de Mato Grosso em 28 de agosto de 1835 (antes a capital era Vila Bela da Santíssima Trindade). Mas, mesmo a mudança da capital para o município não foi suficiente para impulsionar o desenvolvimento". 
"Com a Guerra do Paraguai, Mato Grosso foi invadido. Várias cidades foram atacadas, mas as batalhas não chegaram à capital. A maior baixa se deu com uma epidemia de varíola trazida pelos soldados que retomaram dos paraguaios o município de Corumbá. Metade dos cerca de 12 mil habitantes morreu infectada".
"Somente após a Guerra do Paraguai e o retorno da navegação pelas bacias dos rios Paraguai, Cuiabá e Paraná é que o município se desenvolveu economicamente. A economia esteve, nesse período, baseada na produção da cana-de-açúcar e no extrativismo. Esse momento produtivo não duraria muito e o município voltou a ficar estagnado, desta vez até 1930. A partir desta época, o isolamento foi quebrado com as ligações rodoviárias com Goiás e São Paulo e a aviação comercial. A explosão no crescimento deu-se depois da década de 1950, com a transferência da Capital Federal e o programa de povoamento do interior do país".
"Nas décadas de 1970 e 1980, o município cresceu muito, mas os serviços e a infraestrutura não se expandiram com a mesma rapidez. O agronegócio expandiu-se pelo estado e o município começou a modernizar-se e a industrializar-se. Depois de 1990, a taxa de crescimento populacional diminuiu e o turismo começou a ser visto como fonte de rendimentos".
"(...) existem diferentes explicações para a origem do nome da cidade de Cuiabá. A mais comum vem do índio e sua cuia no rio Cuiabá, até a mais complexa da antropologia com o termo Ikuipa".
"a) O termo rio Cuiabá tem origem por acharem em margens cabaças produzidas pelos indígenas (gentio) que as transformavam em cuias para uso doméstico";
"b) Outra origem vem do nome de uma tribo, que não deixou vestígio, mas foi relatada pelos bandeirantes paulistas Manoel de Campos Bicudo, e seu filho Antônio Borralho de Almada, João Leme e seu irmão Lourenço Leme, Gabriel Antunes e seus irmãos Antônio Antunes Maciel e Filippe Antunes Maciel, e Pascoal Moreira Cabral (luso-brasileiros). Pelos portugueses Francisco Xavier, João de Farias Taveira e seu filho João de Farias".
"O livro Cidades de Mato Grosso, origem e significado de seus nomes, traz outra designação (...)":
"a) Rio Cuiabá (trecho com rio São Lourenço): Tarigára – Água do espírito que grita";
"b) Cuiabá: Ikuiapá (ikuia = flecha, pá = lugar) – Lugar onde se pesca com flecha e arpão";
"c) Córrego da Prainha: Ikuiebo- Água das estrelas";
"d) Rio Coxipó: Kujibó – rio dos mutuns[1]".
Prédio do Tesouro do Estado do Mato Grosso.
  
Próximo ao Shopping  Três Américas, Cuiabá.
    
 
 
Igreja de São Gonçalo, Cuiabá. 
SESC Arsenal, em Cuiabá/MT.
Linda a Igreja Nossa Senhora Auxiliadora, Cuiabá.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Mirante e “Centro Geodésico da América do Sul” - MT



"Na Chapada dos Guimarães, na face Sul dos paredões, existe um mirante natural que dá vista para a imensa planície pantaneira e também de onde se avista Cuiabá, a Capital de MT. Neste mirante existe um marco geodésico e muitas pessoas sempre acreditaram que este local seria o 'centro geodésico da América do Sul', porém trata-se apenas de um marco de altitude e complementa o antigo marco localizado em Cuiabá, o qual é, segundo geógrafos, o marco exato do centro da América do Sul".
"O marco em Chapada dos Guimarães é apenas um ponto físico que serve para delimitar territórios e não alcança, na imaginação humana, a sensação produzida por um mirante com vista tão ampla. Esta sensação, de ver tudo do alto, é que dá o toque místico para o 'centro da América do Sul'. Não precisa ser geodésico, mas apenas centro".
"Neste conceito mais amplo consideramos que o mirante em Chapada dos Guimarães realmente não é o 'centro geodésico', mas sim o 'centro' da América do Sul, ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico (Oceanos)[1]".
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

domingo, 8 de setembro de 2013

Portão do Inferno - Chapada dos Guimarães/MT


“Portão do Inferno é um mirante em uma curva muito perigosa a beira da rodovia [que dá acesso a cidade e área turística da Chapada dos Guimarães - MT], ficando a 150m de altura. No local existia uma lanchonete mas infelizmente essa bela vista foi interditada, por risco de desmoronamento, pois a lanchonete ficava na beira do paredão”. Algumas pessoas ainda se arriscam parando para tirar fotos do mirante do Portão do Inferno”. Está na Rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251 Chapada à Cuiabá)”.
“Distância entre o centro da Chapada ao Portão do Inferno: 15 km[1]”.
“Deste mirante pode-se avistar a Cidade de Pedra. O fato mais curioso desta atração é que, ao subir a serra (antes da curva do portão), se você parar o carro em ponto morto ele sobe ao invés de descer[2]”.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 

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