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sexta-feira, 8 de novembro de 2019

HQs, Charges e Memes que circulam no Facebook: temas diversos...

Mais uma postagem sobre as principais charges que circularam (e ainda circulam) - especialmente no Facebook - em relação as principais trapalhadas, gafes e situações vergonhosas vividas e patrocinadas pelo atual governo federal (diga-se de passagem, pelo governante, que tem se mostrado um verdadeiro energúmeno e sua tropa de choque)...principalmente o 01, o 02 e o 03.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

34ª Festa da Cultura de Quebrangulo/AL - 2019

Veja aqui a programação/panfleto oficial da 34ª Festa da Cultura de Quebrangulo/AL, desta vez com as seguintes atrações:

Quinta-feira, dia 14/11 - Danielzinho, Luan Estilizado e Márcia Fellipe;
Sexta-feira, dia 15 - Gil Mendes, Samyra Show e Peruano;
Sábado, dia 16 - Luiz Henrique, Maciel Valente e Ávine Vinny.

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

2ª Festa Literária de Palmeira dos Índios - FLIPALMEIRA - Programação 2019

Participe da 2ª Festa Literária de Palmeira dos Índios-AL, a FLIPALMEIRA.
Na culminância do evento teremos Osman Araújo (Voz e Violão) e Jessier Quirino (Causos e Poesia).

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Fichamento: Curso de Introdução à Economia política, de Paul Singer

SINGER, Paul. Curso de Introdução à Economia política. 17 ed. RJ: Forense Universitária, 2004.
Imagem copiada de:
https://www.grupogen.com.br/curso-de-introducao-a-economia-politica

O CAPITAL E O CAPITALISMO EM PERSPECTIVA HISTÓRICA

Ø  “O capital é, na verdade, muito mais antigo que o capitalismo na história da humanidade”. (p. 132)

Ø “Até determinado momento, os produtores mesmos se davam ao trabalho de levar seus produtos ao mercado e aí realizar as transações de compra e venda necessárias ao prosseguimento de sua atividade produtiva”. Idem

Ø “O que fez do comerciante um capitalista é exatamente o fato de que, embora não seja um produtor direto, ele participa do produto”. Idem

Ø “Restaria então o comerciante puro, unicamente engajado em comprar e vender. Seu ganho resulta, nesse caso, da diferença entre o preço pelo qual compra as mercadorias e o preço pelo qual as vende. A relação entre o lucro é unitário e o preço de venda constitui a margem de lucro. O lucro total resulta: da margem de lucro; do valor das transações e do número de transações”. (p. 132/133)

Ø   "Para o marginalismo, o capital é representado pelo conjunto de recursos materiais ou mentais que permitem ao homem elevar sua produtividade”. (p. 133)

Ø Para os marginalistas não interessa quem se apropria do capital: o produtor ou outra pessoa qualquer.

Ø  “Mas, para os marxistas este é o problema crucial, pois o capital não é constituído ‘por coisas’, mas por uma relação social” (p. 134)

Ø A penetração do capital no processo produtivo pode ser representada pelo salário.

Ø    “Na altura em que surge o capital comercial como um elemento expressivo no quadro econômico, as trocas mercantis já atingem necessariamente grande amplidão (...) o que significa que elas são também necessariamente monetárias”. Idem

Ø   “A existência da moeda dá lugar a uma outra espécie de capital de circulação: é o capital financeiro, que surge primeiro sob a forma de capital usuário”. (p. 135)

Ø  “Os juros são proporcionais ao montante emprestado e ao tempo que durar o empréstimo. Os ganhos do usuário dependem, portanto de 3 elementos: taxa de juros; do valor do capital usuário e do tempo que durar o empréstimo” (p. 135/136)

Ø  “O lucro do capital usuário em cada rotação, isto é, em cada operação de crédito, é tanto maior quanto mais tempo ela levar”. (p. 136)

Ø  “O capitalismo só surge como modo de produção no século XVI, na Europa, sob a forma de manufatura”. (p. 137)

Ø “A Revolução Industrial inaugurou, a partir do último quartel do século XVIII, uma nova fase na história do capitalismo: a máquina”. (p. 138)

Ø  “As novas técnicas de produção são tão superiores em relação às antigas, que o pequeno empreendedor acaba sendo totalmente expulso de um ramo após outro”. Idem

Ø “Para que o capitalismo se apoderasse de todos os ramos de produção, foi necessário o triunfo político do Liberalismo para que a máquina, sob a forma de capital industrial, pudesse penetrar em todas as esferas da vida produtiva, revolucionando a técnica, arregimentando os produtores e expandindo de modo notável a escala de produção”. (p. 139)

Ø  “A produção de novas técnicas, que inicialmente era o resultado natural do trabalho do artesão ou então constituía atividade especializada do inventor individual, passou a constituir a atividade de grandes equipes de especialistas diretamente sob o comando do grande capital”. (p. 140)

Ø    “Uma das características do capitalismo monopolista é de que, nos mercados oligopólicos, os ganhos de produtividade não acarretam, em geral, queda dos preços dos produtos, como costuma ocorrer em mercados concorrenciais”. (p. 141)

Ø    “Argumenta-se que, como resultados dos avanços técnicos, deu-se uma segunda revolução industrial, da qual surgiu um capitalismo pós-industrial. O ponto de ruptura entre o antigo capitalismo industrial e novo capitalismo pós-industrial teria sido a invenção do computador e do servomecanismo”. Idem

Ø    Servomecanismo é uma espécie de minicomputador, que é adaptado a diversas máquinas e as controla.

Ø    “Ao homem sobrou a tarefa de vigiar e supervisionar a máquina. Aparentemente ele perdeu esta função para o servomecanismo”. (p. 142)

Ø “A aplicação prática da automação é ainda incipiente[1] em países capitalistas, mesmo nos países adiantados, porque os que dominam o processo produtivo têm de fato muito menos entusiasmo pela automação do que professam em público”. (p. 143/144)

Ø    O alto grau da automação ameaça a produção de mais-valia, já que afasta do processo produtivo o trabalho vivo.

Ø  “Nos países capitalistas mais adiantados, o trabalho científico que levou ao desenvolvimento dos computadores e da maioria dos processos automáticos, foi e é financiado, em geral, por recursos públicos tendo por objetivo a invenção de armamentos”. (p. 144)

Ø “O capitalismo está esgotado em seu papel histórico: tendo surgido como um modo de produção que revolucionou a técnica de modo contínuo e sistemático, ele elevou os níveis de produtividade do trabalho humano a níveis nunca antes sonhados”. (p. 145)


[1] Elementar, simples, rudimentar...

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

FOTOS DA INAUGURAÇÃO DO SANTUÁRIO DA MÃE DO AMPARO, EM PALMEIRA DOS ÍNDIOS-AL

Algumas das belíssimas fotos (bem como o vídeo que convidou a população para participar) e que marcaram a inauguração do Santuário da Mãe do Amparo, em Palmeira dos Índios-AL, cujo momento solene ocorreu neste final de semana, dia 12 de Outubro (dedicado a Padroeira do Brasil, Nossa Senhora de Aparecida).
Gostaria apenas de ressaltar que estas fotografias foram copiadas das redes sociais da gestão municipal e foram provavelmente realizadas pela equipe de comunicação e fotografia da referida gestão.

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

INAUGURAÇÃO DO SANTUÁRIO DA MÃE DO AMPARO, EM PALMEIRA DOS ÍNDIOS/AL


A Prefeitura Municipal de Palmeira dos Índios/AL em comunhão com a Diocese Municipal anunciou a data de inauguração da Superimagem de Nossa Senhora do Amparo, que foi erguida no acesso a estátua do Cristo do Goiti. O local desde então passa a ser denominado de Santuário da Mãe do Amparo.
A data de inauguração será neste próximo dia 12 de Outubro, às 15h, dia dedicado a Nossa Senhora de Aparecida, Padroeira do Brasil.
Obs. todos as imagens aqui destacadas foram realizadas pela equipe de fotografia e comunicação do governo municipal e estão disponíveis nas redes sociais.


PROGRAMAÇÃO:

15h - Louvor com todos os movimentos, sob a responsabilidade do RCC;
15:30h - Saudação à Nossa Senhora do Amparo (Fabiano Passos);
15:50h - Consagração da cidade à Nossa Senhora do Amparo (Fabiano Passos);
16:00h - Bênção da Imagem pelo nosso Bispo Dom Manoel;
17h - Apresentação do Coral Rainha da Paz;
17:30h - Apresentação da Orquestra  Filarmônica com músicas marianas;
18h - Oração do Ângelus com a Orquestra e encerramento com show pirotécnico e o acender das luzes noturnas permanentes da Imagem.


quarta-feira, 2 de outubro de 2019

CIRCO DOS ANÕES, PELA PRIMEIRA VEZ EM PALMEIRA DOS ÍNDIOS/AL

Está instalado em Palmeira dos Índios/AL, na antiga Estação Ferroviária, o Circo dos Anões (pela primeira vez em nossa cidade).
Veja abaixo o banner referente a sua estreia nesta sexta-feira, dia 04, a partir das 20:30 h.

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Fichamento: Capitalismo Monopolista e Serviço Social, Cap. 1: As condições histórico-sociais da emergência do serviço social, de José Paulo Netto

NETTO, José Paulo. Capitalismo Monopolista e Serviço Social. – São Paulo: Cortez, 1992.
Imagem copiada de: http://www.cortezeditora.com.br/capitalismo-monopolista-e-servico-social-55.aspx/p

Capítulo 1: As condições histórico-sociais da emergência do serviço social.

A profissão do Serviço Social: historicamente vinculada a “questão social”

Ø “As questões genéticas do Serviço Social profissional não se entretecem[1] com a “questão social”, mas com suas particularidades no âmbito da sociedade burguesa, fundada na organização do monopólio”. (p. 14)

Ø Não havendo esta consideração perde-se sua particularidade histórico-social, assim como obscurece sua funcionalidade no espectro[2] da divisão social do trabalho, na sociedade burguesa.

Ø    No último quartel do século XIX, o capitalismo concorrencial é sucedido pelo capitalismo dos monopólios.

Ø   Esta passagem denomina-se de estágio imperialista.

Ø  “O monopólio faz aumentar a taxa de afluência dos trabalhadores ao exercício industrial de reserva”. (p. 17)

Ø    Monopólio=gera supercapitalização e parasitismo (instaurado na vida social).

Ø  O concorrencial favorece uma luta de “vida ou morte” entre grupos monopolistas (livre-concorrência).

Ø  No capitalismo monopolista as funções do Estado imbricam-se organicamente com as suas funções econômicas.

Ø “O Estado opera para propiciar o conjunto de condições necessárias à acumulação e à valorização do capital monopolista”. (p. 22)

Ø    O sistema de poder opera em favor dos monopolistas.

Ø  “É só a partir da concretização da possibilidade econômica, social e política segregada na ordem monopólica que a “questão social” se põe como alvo de políticas sociais”. (p. 25)

Ø    O Estado burguês considera política social aquela que preserva o controle da forças de trabalho.

Ø Quanto à questão social, o Estado apenas a fragmenta e a parcializa.

Ø   O Serviço Social surge no Capitalismo Monopolista.

Ø   “A constituição da profissão seria a resultante de um processo cumulativo, cujo ponto de arranque estaria na ‘organização’ da filantropia, (...) a partir do uso de parâmetros teórico-científicos e o afinamento instrumental operativo de natureza técnica”. (p. 66)

Ø    “Na verdade ocorreu a criação de espaço sócio-ocupacional onde o agente técnico se movimenta, mais exatamente, o estabelecimento das condições histórico-sociais que demandam este agente, configuradas na emersão do mercado de trabalho”. (p. 66)

Ø É indiscutível a relação de continuidade que efetivamente existe entre o serviço Social e a filantropia que era desenvolvida da emergência da sociedade burguesa.

Ø Outro fator importante na profissionalização foi o universo ídeo-político e teórico-cultural.

Ø   No marco da reflexão sobre a sociedade notamos, claramente, que a profissão não surgiu do nada.

Ø “A relação de continuidade não é única nem exclusiva – ela coexiste com uma relação de ruptura que, esta sim, se instaura como decisiva na constituição do serviço social enquanto profissão”. (p. 67)

Ø “O caminho da profissionalização do serviço social é, na verdade, o processo pelo qual seus agentes (...) se inserem em atividades interventivas cuja dinâmica, organização, recursos e objetivos são determinados para além do seu controle”. (p. 68)

Ø    “O agente passa a inscrever-se numa relação de assalariamento e a significação social de seu fazer passa a ter um sentido novo na malha da reprodução das relações sociais”. (p. 69)

Ø “Não é a continuidade evolutiva das protoformas do serviço social que esclarece a sua profissionalização, e sim a ruptura com elas, caracterizada com o deslocamento aludido, pela instauração, independentemente das protoformas, de um espaço determinado da divisão social (e técnica) do trabalho”. (p. 69)

Ø “A profissionalização do s. social não se relaciona decisivamente à ‘evolução da ajuda’, à racionalização da filantropia, nem a ‘organização da caridade’; vincula-se à dinâmica da ordem monopólica”. (p. 70)

Ø Percebemos veemente que, enquanto profissão o s. social é indissociável da ordem monopólica, é, portanto, mais uma criação sua, para manter inerte e neutra a ação das forças injustiçadas.

Ø “A partir daí está posto o mercado de trabalho para o assistente social: ele é investido como um dos agentes executores das políticas sociais”. (p. 71)

Ø  “O Serviço Social não desempenha funções produtivas, mas se insere nas atividades que se tornaram acolitas dos processos especificamente monopólicos da reprodução da acumulação e da valorização do capital”. (p. 72)

Ø  “De uma parte, a natureza interventiva que é própria do serviço social se revela na escala em que a implementação de políticas sociais implica a alteração prático-imediata de situações determinantes; de outra, é componente desta intervenção uma representação ideal que tanto orienta a ação alteradora quanto a situação em causa”. (p. 73)

Ø    “A base própria da sua profissionalidade, as políticas sociais – são constituídas como respostas tanto às exigências da ordem monopólica como ao protagonismo proletário”. (p. 75)

Ø O S. S. desenvolveu-se legitimamente como interveniente prático-empírico e organizador simbólico no âmbito das políticas sociais.

Ø “A institucionalidade sócio-política que lhe é própria não redunda imediatamente as exigências econômicas do dinamismo do capital monopolista, mas se produz como resultante do movimento das classes sociais e suas projeções”. (p. 76)

Ø “À medida que a sua profissionalização se afirma, os assistentes sociais tornam-se permeáveis a outros projetos sócio-políticos – especialmente na escala em que estes rebatem nas próprias políticas sociais”. (p. 77).


[1] Entrelaçar
[2] Aparição...

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

27 Anos de Emancipação Política de Estrela de Alagoas/AL - 2019

Já está circulando o panfleto de divulgação em comemoração do 27º Aniversário de Emancipação Política de Estrela de Alagoas, cuja festa ocorrerá no próximo dia 05 de outubro, com as seguintes atrações musicais: Márcia Fellipe, Orlandinho Farra e Luiz Henrique.

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

HQs, Charges e Memes que circulam no Facebook: Mata, Desmata, Mamata...

Mais uma postagem sobre as principais charges difundidas especialmente no Facebook, desta vez abordando sobre temáticas como: a ignóbil pretensão de indicação do filho do presidente (Eduardo) a embaixada do Brasil nos EUA, o aumento do desmatamento e das queimadas na Amazônia, sem contar na desestruturação dos aparelhos de prevenção e combate ao desmatamento, além das trapalhadas típicas e endógenas ao atual governo (que tem se mostrado ineficaz, autoritário e incompetente). Resumindo: toda vez que o presidente fala, sai m****.

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