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domingo, 4 de agosto de 2013

Museu Nacional do Azulejo - Lisboa/Portugal

"O Museu Nacional do Azulejo tem por missão recolher, conservar, estudar e divulgar exemplares representativos da evolução da Cerâmica e do Azulejo em Portugal, promovendo as boas práticas de inventariação, documentação, classificação, divulgação, conservação e restauro da Cerâmica e, muito em especial, do Azulejo. Integra também a missão de salvaguardar o patrimônio da igreja e dos demais espaços do antigo Mosteiro da Madre de Deus".
"O Museu procura constituir-se como referência nacional e internacional, seja pela especificidade das suas coleções e dos seus espaços musealizados, seja pela excelência dos conhecimentos que lhe compete produzir e apoiar".
"(...) através das suas atividades, o museu dá a conhecer a história do Azulejo em Portugal procurando chamar a atenção da sociedade para a necessidade e importância da proteção daquela que é a expressão artística diferenciadora da cultura portuguesa no mundo: o Azulejo[1]".


HISTÓRIA:
“O edifício ímpar em que se encontra instalado, o antigo Mosteiro da Madre de Deus, foi fundado em 1509 pela rainha D. Leonor (1458-1525)".
"Após as intervenções de José Maria Nepomuceno e de Liberato Telles, os edifícios do Convento e Igreja da Madre de Deus foram sendo objeto de inúmeras reparações e alteração dos espaços sempre como parte integrante do Asilo D. Maria Pia. Para o local foram sendo conduzidos e armazenados painéis de azulejo, provenientes de outros locais, que inicialmente se destinavam à decoração do interior do edifício, mas que acabaram por ali permanecer guardados em caixotes".

"Surgiu, então a hipótese de colocar sob a tutela do Museu Nacional de Arte Antiga diversos monumentos, a fim de poder ser feita a sua salvaguarda patrimonial, ficando estabelecido, numa carta do seu diretor João Couto datada de 15 de Dezembro de 1954, que a Igreja e dependências da Madre de Deus, em Xabregas, deveriam ser consideradas como anexos do Museu Nacional de Arte Antiga. Nesta foto à direita, do primeiro piso observamos o pátio central, com jardim e fonte".
"Com o objetivo de realizar uma exposição comemorativa dos 500 anos do nascimento da Rainha D. Leonor a Fundação Calouste Gulbenkian custeou as despesas com grandes obras de restauro, designadamente, no claustro e pinturas, da Igreja da Madre de Deus".
"(...) procedeu-se à transferência dos azulejos para a Madre de Deus, tendo-se ocupado da montagem e organização o Engenheiro João Miguel dos Santos Simões, vogal efetivo da Academia Nacional de Belas Artes, responsável pela Brigada de Estudos de Azulejaria da Fundação Calouste Gulbenkian e conservador-ajudante do Museu Nacional de Arte Antiga". "(...) numa informação datada de 12 de Dezembro de 1967, Santos Simões refere-se à exposição, ocorrida a 30 de Setembro, sobre o Museu do Azulejo, informando que ainda que este possa ser aberto ao público, tal como se encontra, conviria que se abreviassem os trabalhos de pequenas reparações e acabamentos. Abaixo um dos majestosos corredores do Museu".

"No dia 3 de Fevereiro de 1971, Santos Simões, numa carta dirigida à diretora do Museu Nacional de Arte Antiga, solicita a necessidade de haver uma reunião urgente entre todas as instituições intervenientes no Convento da Madre de Deus/Museu do Azulejo, de forma a ser revisto o problema da sua imperiosa inauguração. De modo a continuar as tarefas iniciadas por Santos Simões, Rafael Salinas Calado, foi convidado, em 1973, por Maria José Mendonça para se ocupar da Seção de Cerâmica do Museu Nacional de Arte Antiga, localizada desde 1959 no antigo Convento da Madre de Deus". "O Decreto-lei nº 404/80, de 26 de Setembro, concedeu ao Museu do Azulejo a emancipação, tornando-o Nacional e autonomizando-o em relação ao Museu Nacional de Arte Antiga, do qual constituía um anexo desde 18 de Dezembro de 1965[2]".
Belíssima Igreja associada ao Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, Portugal.

Um poderio áureo, Museu N. do Azulejo, em Lisboa, PT.

AL e SP abismados? Museu N. do Azulejo, em Lisboa, PT.

"Diogo Kawano" caprichou e mostra-nos esse poderio em ouro...
...uma luz forjada que ilumina espíritos.

Igreja dentro do Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, Portugal.

As pessoas precisam parar no tempo para capturar todos os detalhes!

AL fotografa um dos grandes paineis de azulejo.
Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, Portugal.


Pátio - Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, Portugal.

Que tal cerâmicas do mais alto nível?
No Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, Portugal.

Belas cerâmicas - Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, Portugal.

Clássico painel representando a "Dança de Roda".

Num dos corredores com abóbodas.
Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, Portugal.


A Sagrada Família representada no azulejo.
 Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, Portugal.

São Diogo - Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, Portugal.

Brasões e Pavões e outros "infinitos" detalhes.

Esta é um dos ápices da Igreja - em Lisboa, Portugal.

Paisagem em azulejo - Museu Nacional do Azulejo.

Mais um clássico? Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, Portugal.





Maria foge com o Menino - Museu Nacional do Azulejo.






Uma imensidão de arte, no Museu Nacional do Azulejo.
Lisboa, Portugal.


Um pote desse ajudava ao sertanejo! Em Lisboa, Portugal.
 


[1]              Disponível na página oficial do Museu: http://mnazulejo.imc-ip.pt/pt-PT/OMNAz/ContentList.aspx Acesso em: agosto de 2012.
[2]              Disponível em: http://mnazulejo.imc-ip.pt/pt-PT/OMNAz/Histor/ContentList.aspx Acesso em: agosto de 2012.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Poesia - "Versos de mágoa" ao Serviço Social


Imagem disponível em:
http://www.pesquisaecia.blogspot.com
Serviço Social medíocre!
Que “serve a dois senhores”
Sendo um forte, o outro fraco
Um que manda, outro que pede!
Serviço Social medíocre!
Das profissões és escravo
Do mercado és um produto
Do Estado um instrumento!


Para o povo és um reduto..
Só existes porque fazes
Parte desta grande máquina
Que assola aos precisados;
Que desmerece aos humanos;
E sacraliza ao dinheiro!
Não és fiel à tua tese!
Tens uma prática errante!
Imagem hospedada em:
http://www.fespmg.edu.br
Distorcida, atormentada...
Pelo poder fulminante!
Que se esvaia tua face
Que se desgaste tua “ação”!
Pois a defesa que fazes
Pouco tem a ver com a nação...


Que Karl Marx mexa-se no túmulo!
De desânimo, de "decepção"
Porque "escreveu", e "agora"...
Tem sua obra nas mãos:
De filantropos, de economistas
De empregados, de patrão!


Que a “questão social” invada-te!
E torne-te tal qual nós somos:
Miseráveis desprovidos,
De vontade, de ternura, de protesto!


Que o Capitalismo a ti use
Depois te abandone; da forma mais letal,
Para que sintas na "pele"
Todo este grande mal
De vender o que não tem,
De servir a quem não deve,
De romper com esta luta
Que se arrasta e que não vinga!
Porque se alia aos déspotas, aos tiranos e aos sarcásticos,
Aos abutres e aos mofinos, aos políticos e aos patrões;
A “meia-dúzia” de gente
Que massacra a uns milhões.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Zoológico da UFMT - Cuiabá/MT

"O zoológico funciona normalmente no período das 8h às 18h, de terça a domingo. O passeio é gratuito".
"São aproximadamente 500 animais dentre aves, répteis e mamíferos, divididos em 80 espécies diferente, proporcionando diversão e conhecimento a respeito da fauna regional. O Tuiuiú, por exemplo, símbolo do Pantanal Mato-grossense, é uma ave que se encontra no Zoo da UFMT (...). O Zoológico da UFMT recebe mensalmente cerca de 6.000 visitantes, dentre esses centenas de turistas nacionais e internacionais, estudantes do ensino fundamental e médio, idosos, crianças etc."
"É reconhecido por sua particularidade de cuidar somente de animais regionais e pela qualidade de seus recintos que proporcionam aos animais uma boa qualidade de vida".
Texto extraído de: <http://www.matogrossobrasil.com.br/pontosturisticosdecuiaba.asp> Acesso em jun. de 2013.

Placa em frente a entrada do Zoo da UFMT.
Entrada principal do Zoo - UFMT/ Cuiabá.
Nesta foto/montagem: áreas do Zoo e um belo Tamanduá Bandeira.
Nesta: podemos ver alguns "habitats" dos Jacarés.
Parte do amplo espaço da Anta e (seu) detalhe.
Bem próximo da Anta, porém bastante enjaulada, uma Jaguatirica.
Imponente, a gigante das águas: a Sucuri.
Incríveis Jacarés albinos (menores, em relação aos comuns), em reprodução no Zoo da UFMT.
Gigante é a Jiboia!
Pronta para tomar sol; enrolada uma enorme Sucuri.
Tamanduá bandeira.
Jacaré também toma sol (de boca aberta)!
Na foto, os Porcos selvagens e um grande Cágado.

Parte do espaço dos Cágados.
Uma família de belas aves Tachãs.
Inúmeras árvores em colônias, no Zoo UFMT.
Jacaré e Macacos.
Os macacos ficam aí ilhados pela água esverdeada!
Vários Pombos e uma casa de João-de-barro.
Detalhe no olhar da Anta.
"Território" dos Cágados.
A Onça Pintada.
Esse macaco fingiu "tomar um banho"!
Alguns cenários dos Macacos e uma Raposa.
Mutum - que é também endógeno do Estado de Alagoas.
Vários Quatis.
Detalhe para o Gavião Cinzento.
"Macacada lá em casa"!
Detalhe do Macaco que fingiu tomar um banho, na beira da lagoa.
"Sobe água..pelo meu rabo"!
Aqui "eu caprichei"!
Neste bloco: detalhe das garras da Águia Cinzenta; Gavião Belo; Gavião Pato e Tucano.
Várias nuances do Urubus-rei.
Arara Vermelha e as Canindé.
Araras Canindé, Azul e a Ema.
Aqui podem ser vistos: o Lobinho, o Tuiuiú, o Gavião Belo, o Lobo Guará e o Gavião...
 
Mais um Quati, com rabo listrado.
O imponente e barulhento Gavião Belo.
O fascinante Urubú-Rei.
 
Belíssimo detalhe d'uma Arara Canindé!
Detalhe dos Cabeças Secas, Tachã e Capivara.
Aqui as Capivaras e o Veado.
 
Papagaio verdadeiro e os outros, numa conversação desgraçada!
Ararás Canindé se repetem!
"Canta" o Gavião Belo.
Lobo Guará em "repouso sereno"!
Colônia de Cabeças Secas.
O lindo e magnífico símbolo do Mato Grosso!

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