DESCANSO PARA LOUCURA

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domingo, 5 de maio de 2013

Santuário da Mãe Rainha/PE



No mês de maio: dedicado a Maria e as Mães, o Descanso para Loucura apresenta um pedacinho do belíssimo Santuário da Mãe Rainha (Três Vezes Admirável), em Garanhuns - PE.
O “Movimento da Mãe Peregrina, criado no RS em 1950, cresceu, se espalhou e ganhou imitadores”.
Há circulando umas “140 mil imagens da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável, mais conhecida como Mãe Peregrina, que diariamente vão de casa em casa no País. Elas atingem mais de 4,2 milhões de famílias católicas (...)”.
“O movimento das imagens itinerantes começou em 10 de setembro de 1950. A religiosa Teresinha Gobbo, do Instituto Secular das Irmãs de Maria de Schoenstatt, mandou fazer três capelinhas. Escolheu três católicos de Santa Maria - RS, e deu uma imagem para cada um. Com a singular missão: fazer a Santa visitar uma família por dia”. 
“(...) cada família participante recebia a imagem uma vez por mês. No dia seguinte, tinha de levá-la a um vizinho, que fazia o mesmo (...)".
“O Instituto Secular das Irmãs de Maria de Schoenstatt utiliza a tradição como ferramenta de evangelização. O objetivo é resgatar os valores da família cristã e a dignidade humana (...)”.
“(...) um dos principais divulgadores do movimento é o padre Antônio Maria (...). Ele tem uma réplica particular da capelinha. ‘Sou inseparável dela’, conta. ‘Levo-a em todas as viagens que faço’. Ela ‘conhece’ os principais santuários marianos do mundo e já foi abençoada pelos papas João Paulo II e Bento XVI”.
“(...) nos lares do país com o maior número de católicos do mundo, a semente plantada graças ao suor e às solas de sapato (...); as famílias que recebem a Mãe Peregrina mostram, com fé, que continua a tradição iniciada por Pozzobon: divulgam a devoção mariana e persistam na oração do terço[1].
Entrada principal do Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.
Esta primeira imagem da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE, recebe os fiéis ou simplesmente, os visitantes!

Um grupo de motoqueiros de Palmeira dos Índios-/AL, visitou o Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE, em 2012.
A paz que reina no Santuário, tem muitos dessas flores (margaridas e outras), em belos jardins!
"Rosas quiabo vermelhas"!
Uma das partes mais visitadas do Santuário é esse altar dedicado a Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.

Inúmeros fiéis e visitantes no Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.
Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.

A capela que comporta o altar acima mostrado. Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.
Ao lado há outra capela usada para a celebração de missas. Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.

Vários visitantes, devidamente fardados, para identificação do local que visita! Santuário da Mãe Rainha.
Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.

Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.
Fila pronta para visitar a imagem da Mãe Rainha!
Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.
Motoqueiros de Palmeira dos Índios/AL, que foram visitar Santa Quitéria, visitam também o Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.
Santuário da Mãe Rainha, em Garanhuns/PE.

[1]  Partes d’um texto copiado de: <http://www.santuariodojaragua.com.br/> Acesso em mar. de 13.

domingo, 21 de abril de 2013

Castelo São Jorge - Lisboa/Portugal


"Passear por cima das paredes, eis uma ação que pode ser executada no Castelo São Jorge. Na colina mais alta de Lisboa, onde proliferaram testemunhos de fenícios, romanos e muçulmanos, ergue-se no topo, o Castelo de São Jorge. Os vestígios mais antigos aqui encontrados remontam ao século VI a. C. Porém, a existência de um castelo propriamente dito, data do século X-XI, altura em que Lisboa, era uma importante cidade portuária muçulmana. Em 1.142, D. Afonso Henriques, o primeiro Rei de Portugal, conquista o castelo e a cidade aos mouros. De meados do século XIII até ao início do século XVI, o castelo conhece o seu período áureo".
"É aqui que Vasco da Gama é recebido por D. Manuel depois de regressar da Índia e que é representada a primeira peça de teatro português, o Auto do Vaqueiro, de Gil Vicente, por ocasião do nascimento do futuro rei D. João III. Com a transferência da residência real e da corte para a baixa da cidade, os terremotos de 1531 e 1755 e o retomar da função militar no século XVIII, a descaracterização do castelo vai-se acentuando". 
"Declarado Monumento Nacional em 1910, é no decorrer do século XX que recebe importantes intervenções de restauro que lhe conferiram a imponência atual".
"Portanto, o castelo está situado na área de mais difícil acesso do topo na colina, nas escarpas poente e Norte, o Castelejo ergue-se imponente com as suas 11 torres adossadas aos panos da muralha, das quais se destaca a Torre de Menagem (do Observatório), a Torre de Ulisses, a Torre do Paço, as Torres Central Norte e Nordeste, a Torre da Cisterna e a Torre de São Lourenço, situada À meia encosta. No seu interior são visíveis os vestígios de antigas construções, de uma cisterna e a porta da Traição. (Disponível no Informativo Castelo São Jorge)[1]".
Placa alusiva ao Castelo São Jorge - Lisboa, Portugal.
Um olhar sobre Lisboa, a partir do Castelo São Jorge - Lisboa, Portugal.

Entrada principal do Castelo São Jorge (rodeado por fossos) - Lisboa, Portugal.

Caminhando sobre as paredes do Castelo São Jorge - Lisboa, Portugal.








AL e SP no Castelo São Jorge - Lisboa, Portugal.

No pátio interno do Castelo São Jorge - Lisboa, Portugal.


[1] Página oficial: http://www.castelodesaojorge.pt/ Acesso em ago. de 2012.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Palácio Nacional da Ajuda - Lisboa/Portugal

                                                   História:
"Encontrava-se a Família Real na sua Quinta de Belém, quando eclodiu o Terremoto de 1755. O pânico que então se apoderou de D. José I levou à sua recusa em voltar a habitar edifícios construídos 'em pedra e cal'. A solução encontrada para a edificação da nova habitação régia passou pela eleição de um local seguro. Escolheu-se então a Quinta de Cima situada no Alto da Ajuda".

Atualmente: 
"O Palácio Nacional da Ajuda, monumento nacional desde 1910, não é apenas a antiga habitação real e museu de artes decorativas, é também a sede de outras instituições portuguesas ligadas à cultura e palco de cerimônias protocolares".


Coleções:
"O Palácio Nacional da Ajuda integra importantes coleções de artes decorativas datadas do século XV ao século XX. São de salientar os núcleos dos séculos XVIII e XIX: ourivesaria, joalharia, têxteis, mobiliário, vidro e cerâmica, bem como as coleções de pintura, gravura, escultura e fotografia".
                                                                        Galerias: 
"As coleções do Palácio Nacional da Ajuda são apresentadas ao público integradas nas salas, conforme eram utilizadas e vividas pela família real. Por esta razão e por questões de conservação e segurança, muitas peças das coleções do palácio não estão expostas ao público. A Galeria é um espaço criado para divulgar temas e peças que, na visita ao palácio, não estão disponíveis, nomeadamente das coleções de fotografia, desenho, joalheria, ourivesaria, vidro, cerâmica, entre outras".



Visita:
"O espaço visitável do Palácio inclui dois pisos: o Piso Térreo onde se situam muitos dos aposentos privados e o Andar Nobre, onde se realizavam as recepções de gala[1]".
Uma tomada lateral do Palácio Nacional da Ajuda - Lisboa/Portugal.

Vista frontal do Palácio Nacional da Ajuda - Lisboa/Portugal.

Torre (com cruz e galo) defronte ao Palácio Nacional da Ajuda - Lisboa/Portugal.

AL (Nordeste do Brasil) no Palácio Nacional da Ajuda - Lisboa/Portugal.

Linda a "Bandeira de Portugal como uma proa", no Palácio Nacional da Ajuda - Lisboa/Portugal.








Inúmeras esculturas no Palácio Nacional da Ajuda - Lisboa/Portugal.





Várias partes do Palácio Nacional da Ajuda estão inacabadas - Lisboa/Portugal.

Essa escultura no pátio interior é gigantesca - Palácio Nacional da Ajuda - Lisboa/Portugal.





No lado oposto do Palácio Nacional da Ajuda - Lisboa/Portugal, notamos que ainda não foi terminada quase toda a estrutura do Palácio.




[1] Disponível em: http://www.pnajuda.imc-ip.pt/pt-PT/palacio/HighlightList.aspx Acesso em: agosto de 2012.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Paixão de Cristo 2013 - Palmeira dos Índios:Vídeos

Complementando a postagem anterior, 2 vídeos sobre a Paixão de Cristo 2013 em Palmeira dos Índios/AL (dia).
Um pedaço do trajeto pela Serra do Goiti, rumo à estátua do mais famoso Cristo de Alagoas (o do Goiti)!

Uma bela visão da festa religiosa e da cidade de Palmeira dos Índios, a partir "dos ombros" do Cristo!

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